"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade" George Orwell

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Quero Café! com desconto

04/12/2020_

Café com Jornalista – Mais barato que um cafezinho. O e-book "Quero Café! Crônicas de uma saudosa redação de jornal", de autoria do editor deste blog, está à venda na Amazon por R$ 2,99. A promoção vai até este sábado (5).

Livro "Quero Café!" – Clique na imagem para ler
Publicado em agosto de 2018, o livro digital traz 28 crônicas, sendo uma delas inédita e outras 27 compiladas de um blog de crônicas do autor. Em sua maioria, as crônicas são ambientadas na redação daquele que foi um dos principais jornais do Paraná e nos relacionamentos de um grupo de amigos jornalistas, dentro e fora do expediente.


As crônicas falam de amizades sinceras e compartilham um pouco da vida social de pessoas que amam escrever, e têm a sorte de viver do que escrevem. "Esse é aquele tipo de livro que deixa o dia mais leve, aquela leitura que você faz devagarinho, para que demore mais a acabar. Adoro as crônicas do Luiz Fernando. Recomendo", disse um dos leitores, em comentário na Amazon.

"Quero Café!" tem como capista o ilustrador e infografista Robson Brüning, de Joinville. O prefácio é da jornalista maringaense Juliana Daibert, que foi repórter de O Diário. Luiz Fernando de Cardoso é jornalista graduado e pós-graduado na área, com 20 anos de experiência na profissão – leia mais aqui.

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Requerimento aprovado pela Câmara de Maringá pede flexibilização na 'lei seca'

04/12/2020_

Café com Jornalista, com CMM – Um dos pontos mais controversos do último decreto municipal de Maringá, a proibição do consumo e da venda de bebidas alcoólicas após as 17 horas segue dando o que falar. O assunto entrou na pauta da Câmara Municipal, na sessão de quinta (3).

Decreto restringe a venda e o consume de bebidas alcoólicas em Maringá
Por meio de requerimento, aprovado por unanimidade, os vereadores Flávio Mantovani (Rede), Mário Verri (PT) e Jean Marques (Pode), solicitaram ao Executivo ajustes no decreto, permitindo que os bares e similares comercializem bebidas alcóolicas após as 17 horas.


O decreto visa, com medidas como a "lei seca", a reduzir a aglomeração de pessoas, de modo a conter o avanço do novo coronavírus (covid-19). A contrapartida sugerida pelos edis, diante do novo pico da doença, foi a intensificação da fiscalização.

"Foram alguns donos de bar que vieram nos procurar. De jeito que está, o decreto prejudica os pequenos e favorece os grandes. O consumo de bebidas é responsável por mais de 60% do faturamento destes estabelecimentos", diz Mantovani.
Pelo decreto, os bares, restaurantes e similares podem funcionar das 6h às 22h, fechando as portas uma hora antes do toque de recolher, que vai das 23h às 5h. A alegação dos donos de bares é que quase ninquém frequenta esse tipo de estabelecimento para tomar suco, ou seja, o funcionamento com possibilidade de lucro ficou restrido das 6h às 17h (levando-se em conta a lei seca).


A alegação de que o decreto acabou prejudicando apenas os pequenos establecimentos se mostrou, de certa forma, pertinente. Esta semana, as redes de hipermercados Angeloni e Muffato obtiveram na Justiça liminares contra a lei seca, voltando a comercializar bebidas alcoólicas após as 17 horas. Sem a mesma estrutura jurídica, os pequenos não puderam fazer o mesmo.

Segundo o Maringá Post, na decisão liminar o juiz afirmou que "não há evidências científicas que justifiquem a proibição imposta pela "lei seca" do decreto. Para o magistrado, "se a intenção da norma é evitar que as pessoas se aglomerem na rua e que se mantenham em casa, não faz sentido restringir a venda para consumo em casa".


Segundo os autores do requerimento, uma revisão no decreto eliminaria essa competição desleal, na qual quem tem dinheiro e aparato jurídico vende bebidas após as 17 horas e quem não tem, obedede à risca a lei seca. O prefeito Ulisses Maia (PSD) tem, no máximo, 15 dias para dar um resposta à Câmara Municipal.

Teste

O Café testou a obediência ao decreto em dois supermercados menores, destes que não são de rede, um dos quais situado na Avenida Cerro Azul. Numa das tentativas, o jornalista tentou comprar uma garrafa de vinho às 17h05, sendo informado pela atendente de caixa a proibição após as 17 horas. A compra não foi efetuada.

Em outro mercado, às 17h30, o jornalista foi avisado por um funcionário sobre o decreto quando apanhava a garrafa de vinho na prateleira. Nem foi necessário chegar ao caixa. Em ambos os caixas, fitas haviam sido posicionadas para demontrar que a prateleira das bebidas estava interditada.

Caso não se tratasse de um mero teste, o consumidor que quisesse realmente consumir vinho naquela noite, em casa, teria conseguido comprar o produto nos hipermercados que obtiveram as liminares. Sem o vinho, o jornalista consumiu café.




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Moradores de Iguatemi defendem nome de Antonio Bortolotto para prolongamento da avenida

04/12/2020_

Café com Jornalista – Teve grande repercussão nas redes sociais a matéria "Vereadores batem boca por causa de nome de avenida no distrito de Iguatemi", publicada neste blog na quarta-feira (2). Em questão está um projeto que tramita na Câmara de Maringá, denominando o prolongamento da Avenida Vereador Antonio Bortolotto como Pioneiro Deoclides do Prado. 

Para os moradores do distrito, o prolongamento da avenida deve manter o nome de Antonio Bortolotto, vereador que em vida morou em Iguatemi.

Trecho central da Avenida Antonio Bortolotto, em Iguatemi – Imagem: Google Maps
De autoria de Carlos Mariucci (PT), o projeto não trata da mudança do nome da avenida como um todo, mas apenas o batismo de um trecho da via, do outro lado da rodovia. Oficialmente, o prolongamento ainda não foi denominado.


Ainda assim, a proposta não foi bem recebida pelos dois vereadores do distrito, William Gentil (PSB) e Onivaldo Barris (PSL). Este teve aprovado seu requerimento para retirada do projeto da pauta de votações por dez sessões. Portanto, o projeto só retornará à ordem do dia em fevereiro de 2021, quando Mariucci não será mais vereador.

Repercussão

A discussão sobre a matéria teve um grande número de comentários no grupo Amigos de Iguatemi-PR, no Facebook. Por lá, os internautas reclamaram da proposta de "mudar" o nome da via, disseram não conhecer o pioneiro que se pretende homenager, lembraram que Mariucci não mora no distrito e cobraram melhorias para Iguatemi, como asfalto.


Gentil e Barris interagiram nos debates, recebendo elogios por não terem deixado a avenida ser nomeada com outro nome. "Antes tarde do que nunca , muito legal ver dois representantes lutando por nós moradores de Iguatemi. Parabéns Onivaldo e William, gostaria de ter visto mais vezes essa união", disse Dri Gaspar.

Boa parte dos comentários foi em defesa do nome Antônio Bortolotto para toda a avenida, inclusive seu prolongamento. "Não deixaremos isso acontecer, sem desmerecer outro nome", comentou Wilson Zussa. "Quem foi esse Deoclides?", disparou Ebenezel Soler Dota.


Nos comentários, ficou evidente um forte bairrismo em pessoas que se orgulham de viver em Iguatemi, que é tratada pelos locais como cidade. Para os moradores, as ruas do distrito devem homenagear pioneiros de lá, ainda que Iguatemi pertença a Maringá.

"Pioneiro pra mim são pessoas que moram no lugar há muitos anos e contribuíram para o desenvolvimento da cidade", disse Terezinha Gaitarosso. "Moro desde criança aqui em Iguatemi e acho um absurdo tal proposta. Se queres homengear, que o faça em Maringá. Aqui alguém conhece esse pioneiro?", questionou Sandra Sandra Pereira Roncada.


Muitos criticaram o fato de os vereadores estarem discutindo nome de rua, enquanto há vários problemas para serem sanados no distrito. Alisson Souza lembrou da falta de asfalto e Antonio Bursi Filho, por exemplo, mencionou a falta de sinalização vertical e de um redutor de velocidade na própria avenida em questão. Segundo Souza, o atropelamento de animais domésticos ocorre com frequência.

Livro Orfeu & Violeta. Amazon. Luiz Fernando Cardoso. Café com Jornalista


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