"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade" George Orwell

sábado, 17 de outubro de 2020

Balbúrdia que atormenta moradores da Petrônio Portela migra para Avenida Itororó

17/10/2020_

Café com Jornalista – As aglomerações regadas a bebidas alcoólicas e som alto, que tanto atormentam a vizinhança da Avenida Petrônio Portela, estão migrando para a Avenida Itororó, na região onde ficava a fábrica da Palmali. Tudo isso em plena pandemia do novo coronavírus (covid-19), e com quase ninguém de máscara, em desrespeito ao decreto municipal.

Foto de um morador mostra a quantidade de veículos na Itororó, em plena madrugada
Importunados pelas rondas da Polícia Militar e da Guarda Municipal na Petrônio Portela, os participantes do "pancadão" maringaense parecem ter encontrado um novo "oásis" na Itororó. Moradores de condomínios vizinhos reclamam da balbúrdia, com relatos de que o festerê tem avançado a madrugada, cada vez com mais adeptos.


"As pessoas fazem isso porque sabem que não irá acontecer nada, pois as autoridades não podem fazer muita coisa em relação ao que está acontecendo", reclamou um vizinho, num grupo de WhatsApp. 
A aglomeração lembra muito a da Petrônio Portela. Jovens (em sua maioria) surgem de carro, trazendo a bebida para consumo a céu aberto. Essa prática é proibida em Maringá por lei, aprovada pela Câmara Municipal em junho deste ano – motivo pelo qual um dos moradores disse que iria contatar o presidente da Câmara, Mário Hossokawa (PP).

"Hoje (madrugada deste sábado) passou dos limites! Liguei pra Polícia e a portaria também ligou! Fiquei acordada até às 3h40 da madrugada por conta dessa bagunça", reclamou uma moradora.
Nas manhãs seguintes, a prova de que a festa foi longa e bastante frequentada está nos resíduos. Copos descartáveis, garrafas pet, vidros e outros descartáveis deixados por sujismundos se acumulam, para a satisfação do mosquito da dengue. Na manhã deste domingo (18), o cenário deve se repetir.

Autoridades

O Café com Jornalista procurou o prefeito Ulisses Maia (PSD), mas ainda não obteve retorno sobre as medidas que a administração municipal deve adotar, já que decretos municipais da pandemia estão sendo desrespeitados. Nova matéria será publicada com a resposta do prefeito.

Hossokawa também foi contatado pelo Café. O presidente foi questionado sobre o que a Câmara pode fazer para que a lei municipal seja cumprida. 
 





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Maia descarta prorrogar estado de calamidade por conta da covid-19

17/10/2020_

Alex Rodrigues, Agência Brasil – O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou neste sábado (17) que o parlamento não irá aprovar uma eventual proposta de prorrogação do estado de calamidade pública a fim de permitir que o governo federal gaste além do chamado "teto de gastos". A regra fiscal, que limita os gastos públicos, está em vigor desde 2017.

Maia se posicionou a respeito em seu perfil no Twitter
Decretado pelo governo federal em função da pandemia da covid-19 e aprovado pela Câmara e pelo Senado em março deste ano, o reconhecimento do estado de calamidade pública no país está previsto para vigorar até 31 de dezembro. Um dos principais aspectos do decreto é autorizar o governo federal a gastar além da meta fiscal prevista para este ano.

O orçamento de 2020 previa uma meta de deficit primário de R$ 124,1 bilhões (ou 1,7% do Produto Interno Bruto – PIB), mas, com a aprovação do decreto de calamidade pública, o governo foi autorizado a gastar além desse limite, ampliando os gastos públicos, principalmente com medidas de enfrentamento às consequências socioeconômicas da pandemia.

No fim de setembro, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, admitiu, durante audiência pública na Comissão Especial do Congresso Nacional, que as contas públicas do governo federal devem fechar o ano com um deficit de R$ 871 bilhões (12,1% do PIB).

Apesar disso, alguns setores começaram a sugerir a hipótese de propor a extensão da vigência do decreto de calamidade pública até 2021. A medida, que precisaria da aprovação do Congresso Nacional, permitiria ao governo federal, entre outras coisas, prorrogar o pagamento do auxílio emergencial às famílias financeiramente prejudicadas pela pandemia.

Ao participar da audiência, o próprio secretário defendeu o teto de gastos, alegando que a medida não permite que a maior parte das despesas do governo cresça acima da inflação do ano anterior, evitando "riscos fiscais desnecessários". A opinião é compartilhada por Rodrigo Maia. 





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