"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade" George Orwell

domingo, 16 de agosto de 2020

Primeira-dama e filho testam positivo para covid-19; Ulisses fará teste nesta segunda

16/08/2020_

Café com Jornalista – O prefeito de Maringá, Ulisses Maia (PSD), informou em sua página no Facebook que sua mulher, a primeira dama Elaine, e seu filho Petrus testaram positivo para a covid-19. Eles passam bem. 

A primeira-dama Elaine e o prefeito Ulisses Maia

"Infelizmente, por mais que a gente se cuide, ainda há riscos. É preciso redobrar os cuidados. Ficaremos isolados por um tempo, mas continuarei trabalhando on-line, cuidando da nossa cidade e protegendo as pessoas. Com fé em Deus tudo ficará melhor, amém", escreveu o prefeito.
Ao Café, Ulisses informou que fará o teste para o coronavírus nesta segunda (17). "Estou sem sintomas, mas estou me mantendo isolado", disse. 




Na postagem em que comentou o teste positivo do filho e esposa, publicada por volta das 21h15 deste domingo (16), Ulisses recebeu quase 400 mensagem de apoio em menos de uma hora. Não faltaram palavras de fé e votos de melhoras.

"Deus está agindo e tudo vai dar certo. Tenha força", escreveu a ex-presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) Solange Marega. "Que as mãos do Senhor interceda na melhora, não deixando que nada de mal aconteça", disse o guarda municipal Reginaldo Souza.




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Movimento 'Mais Mulheres no Poder' discute fake news nas eleições

16/08/2020_

Das assessorias – Um mal a ser combatido nas eleições municipais, as fake news estão no radar do "Mais Mulheres no Poder". O assunto será debatido, nesta segunda (17), em mais uma live organizada pelo movimento suprapartidário que já reúne mais de 80 pré-candidatas em Maringá.

Live discute fake news. Café com Jornalista
Live será transmitida na página do movimento no Facebook
Com o tema "Fake News e eleições: desafios da informação no mundo virtual", a live terá início às 19 horas, com participação da jornalista e consultora Alana Rizzo, da Redes Cordiais, e das jornalistas Juliana Daibert e Regina Daefiol, ambas articuladoras e voluntárias do "Mais Mulheres No Poder". A transmissão ocorrerá na página do movimento no Facebook.


Mais antigas que as redes sociais, as fake news precisam ser reconhecidas, checadas e combatidas. A live mostrará que é possível fazer isso, minimizando os danos às mulheres (em especial negras e LGBTQ+), que costumam ser as mais afetadas pelas notícias falsas e pela desinformação.

A live também abordará os seguintes conteúdos: "Como as fake news afetam as mulheres nas eleições"; "Internet, terreno fértil e de veloz disseminação"; "Por que as fake news aumentam nas eleições?"; "Como reconhecer ataques de bots (robôs)"; "Apps de mensagens: vítimas ou cúmplices das fake news?"; e "Redes Cordiais: por uma internet menos tóxica".

Participantes

Cofundadora do Redes Cordiais, Alana Rizzo é jornalista colunista do El País, onde escreve sobre educação midiática, e consultora especializada em comunicação e política. Passou pelas principais redações do país (Estado de S. Paulo, Veja, Época e Correio Braziliense) e foi diretora da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Tem mestrado em Comunicação pelo IE Business School (Madri) e é "Journalist in Residence" da Universidade de Chicago.


Juliana Daibert é jornalista formada pela Unicesumar, bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e especialista em Fotografia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Tem experiência em reportagem e edição de impressos e roteiros audiovisuais.


Regina Daefiol é jornalista formada pela UEL e historiadora formada pela UEM. Atuou na imprensa maringaense por 15 anos, em jornal impresso e televisão. Atualmente, é mestranda do Programa de Pós-Graduação em História da UEM.

Redes Cordiais

É um projeto de educação midiática desenhado para gerar e disseminar conhecimento sobre a qualificação do diálogo e o combate à desinformação, aumentando o grau de confiança nas redes sociais. Tem o conteúdo focado na escuta, no diálogo e na formação de pessoas, muitas vezes influenciadores, capazes de identificar e disseminar informações acuradas. 

Em dois anos, o Redes Cordiais já treinou 136 influenciadores digitais das mais diversas áreas, somando mais de 70 milhões de seguidores.

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Artigo: Para alimentar o debate eleitoral

16/08/2020_

Reginaldo Dias* – Em 2016, quando se encerrou o segundo turno das eleições municipais de Maringá, escrevi no Facebook que o resultado das urnas indicava a quebra de uma barreira na história política recente. Depois expliquei que, desde 1968, a cidade não elegia um prefeito cujo nome se inicia com uma letra vogal, uma tendência forte no período anterior.

Artigo sobre o debate eleitoral: Eleições 2020. Café com Jornalista
Imagem: Freepik
Naturalmente, era uma brincadeira para movimentar a minha página no Facebook. Entrando no espírito da brincadeira, alguém descobriu que também era a primeira vitória de um candidato cujo partido era representado por um número par. De 1982 até 2016, os eleitores cravaram os partidos representados pelos seguintes números: 11 (3x), 13, 15 (2x), 25 e 45. Na última eleição, prevaleceu o 12.


A brincadeira, no entanto, era a dimensão lúdica de um exercício que venho fazendo desde que comecei a montar e a atualizar um banco de dados sobre as eleições em Maringá, ou seja, tento perceber os perfis dos eleitos para identificar a tendência dos eleitores.

Para além da curiosidade do dado que tornei público no facebook, há informações que merecem atenção, embora elas próprias não sejam definidoras do que vai acontecer. Algumas dessas informações eu tabulei e divulguei em dois livros: "Da arte de votar e ser votado: as eleições municipais em Maringá" e "Câmara Municipal de Maringá: 60 anos". 

É difícil defender a ideia de que existe uma tendência válida para 70 anos de história de eleições municipais. Nesse longo período, tivemos, por exemplo, três sistemas partidários diferentes. Mesmo o atual sistema partidário, inaugurado com a redemocratização do final da década de 1970, sofreu variações com o tempo.


Atualmente, como se sabe, as antigas siglas passam por um forte desgaste. Além disso, é sempre possível perguntar qual é o peso das legendas partidárias nas eleições municipais. Se houver interesse, poderei debater esses dados em futuras intervenções.

No momento, vou indicar uma constatação que costumo ressaltar, sem transformá-la em uma lei da natureza. Na maioria das eleições municipais de Maringá, houve disputa acirrada para a cadeira de prefeito, com direito a surpresas e a viradas de reta final. Foram poucas as eleições em que um candidato liderou de ponta a ponta e ganhou com folga.

Salvo melhor juízo, isso aconteceu apenas três vezes: em 1972, em 1992 e em 2008. Mesmo assim, em 1972, por falta de pesquisas eleitorais, talvez a percepção não fosse essa. Nas outras duas incidências, porém, houve campanhas previsíveis e enfadonhas.

Outro dado saliente é a rotatividade de grupos políticos no poder. Até o ano 2000, quando passou a existir a possibilidade de reeleição do prefeito, havíamos vivido apenas uma campanha em que o chefe do Executivo conseguira eleger o seu sucessor. É possível dizer que, em parte, isso ocorreu porque o prefeito não tinha tanto interesse assim na eleição do candidato que apoiava, pois passaria a dividir o território com ele, mas houve algumas campanhas em que o apoio efetivo do chefe do Executivo não foi traduzido em votos, embora ele próprio tivesse prestígio. Com o instituto da reeleição, houve insucesso, por motivos variados, nas duas primeiras tentativas de recondução, em 2000 e em 2004. 


De 1982 a 2004, tivemos seis eleições. Em cinco ocasiões, foram vitoriosos candidatos que nunca haviam exercido mandato político. A exceção foi em 1992. De 2004 a 2016, tivemos um período de estabilidade do mesmo grupo no poder, o que representou uma dinâmica nova na história da cidade. Em 2016, porém, houve interrupção desse mando político. Qual será a tendência agora?  O eleitorado investirá na estabilidade ou na rotatividade? 

Há muitas variáveis a considerar. Uma é o fator Bolsonaro, visto que o presidente da República teve uma votação maciça em Maringá. Independentemente da existência de desgaste, os símbolos evocados persistem no imaginário dos eleitores.

Livro Orfeu & Violeta. Amazon. Luiz Fernando Cardoso. Café com Jornalista

Outra variável, evidentemente, é a pandemia, uma novidade cuja repercussão na disputa eleitoral é muito difícil de avaliar, considerando que não há termo de comparação e que o intervalo de três meses que nos separa das urnas é suficientemente longo para gerar fatos que influenciem o humor dos eleitores. Pedindo licença para dizer o óbvio, não será uma eleição sob condições normais de temperatura e pressão.

* Professor e historiador político da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Reginaldo Benedito Dias é mestre em História e Sociedade pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1998) e doutor em História pela mesma instituição. Tem pós-doutorado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. 



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* Os artigos não refletem, necessariamente, a opinião do Café com Jornalista, que os reproduz em exercício da atividade jornalística e amparado pela liberdade de expressão. (Do editor)



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Entrevista – Cláudio Galleti: A importância da assessoria de comunicação profissional

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Café com Jornalista – Na segunda quinzena de julho, os grandes jornais do país publicaram um levantamento preocupante do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): das cerca de 4 milhões de empresas, 716 mil haviam encerrado definitivamente as atividades. Na maior parte dos casos, em decorrência da crise econômica agravada pela pendemia do novo coronavírus (covid-19).

Entrevista com o jornalista Cláudio Galleti. Café com Jornalista
Cláudio Galleti, jornalista
As empresas que conseguiram sobreviver à pior fase da pandemia – no período de comércio e serviços interrompidos na quarentena – têm pela frente, agora, o desafio de disputar um mercado consumidor com recursos escassos. Salvo exceções, praticamente todos os setores da iniciativa privada registraram aumento do desemprego e perda de renda.

Nesse cenário de dificuldades, o investimento num profissional de comunicação profissional – capaz de estabelecer um diálogo permanente com funcionários, fornecedores, público-alvo e com a sociedade – é fundamental. Numa conversa rápida com o Café, o jornalista Cláudio Galleti fala sobre a importância desse profissional para as empresas. 

Galleti atua na área de gestão e consultoria. É assessor de imprensa da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep) e presta serviços para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em Maringá.

***

Café com Jornalista – Dá para mensurar o quanto as empresas e entidades perdem em mídia espontânea por não ter uma assessoria de comunicação profissional?
Cláudio Galleti – Sou um defensor das estruturas de comunicação dentro das organizações públicas, privadas, filantrópicas etc. Quanto a mensurar as perdas, penso que elas vão além da mídia espontânea. Uma estratégia de comunicação bem definida e bem executada estabelece um diálogo permanente com os funcionários, fornecedores, com o público-alvo e com a sociedade. É determinante para consolidar a cultura e os valores da empresa e para cuidar da imagem das marcas associadas às instituições.  

A contratação de assessores que não são do ramo, que não conseguem fazer o devido meio-campo com os profissionais das redações, é um dinheiro mal investido?
Vou fazer uma analogia: se você é dono de uma transportadora, quem você contrata para conduzir as carretas e fazer a manutenção dos conjuntos? Ou, se você abre um restaurante, quem serão as pessoas que vão elaborar os pratos do cardápio e servir os clientes? Os resultados são alcançados quando a missão é executada por profissionais competentes, éticos e em sintonia com o mercado onde atuam.

Contratar aquele expert em redes sociais, mas sem formação na área, é uma boa ideia?
Melhor seria ter na equipe um expert em redes sociais e um comunicador, com formação na área. A soma das competência resulta em sucesso nas ações.

Pela sua expertise, que dicas você dá para as empresas e entidades que desejam ter uma assessoria. Que cuidados tomar antes de contratar?
Primeiro, definir aonde se quer chegar. Quais parâmetros serão usados para medir o desempenho. Depois, definir se vai contratar pessoas físicas ou jurídicas. Passo seguinte, verificar quem são ou foram clientes. Ou onde a pessoa trabalhou. Quais tipos de trabalhos realizou. Se as culturas convergem. Se compartilham de valores semelhantes. O que conhecem da sua empresa/entidade. O que motiva a trabalhar com você.

Há aqueles casos em que um erro grave de português pode fazer com que a empresa vire motivo de piada. Há várias ocorrências desse tipo. Na assessoria, o barato acaba saindo caro?
Para trabalhar com Comunicação, o domínio da língua portuguesa é básico. Mais que uma obrigação, é um dever falar e escrever de forma correta. Você até pode ser poliglota, mas o português é o mínimo exigido.



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