"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade" George Orwell

terça-feira, 28 de julho de 2020

Cafeinado: As desculpas do desembargador que humilhou um guarda foram sinceras?

28/07/2020_

Flagrado ao humilhar um guarda municipal que lhe cobrou o uso da máscara, em Santos (SP), onde essa medida protetiva é obrigatória, o desembargador Eduardo Siqueira voltou a ser notícia. Agora, ele disse ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que foi "vítima de armação". 

Siqueira se tornou alvo de um procedimento de apuração disciplicar no CNJ após rasgar a multa recebida e ao chamar de analfabeto o guarda, que apenas cumpria sua obrigação. Graças às facilidades tecnológias – hoje, quase todo mundo tem um celular com boa câmera no bolso –, Siqueira teve sua postura abominável exposta para todo o Brasil.

Desembargador Siqueira foi assunto no Fantástico. Café com Jornalista
O desembargador Siqueira foi assunto no Fantástico. Clique na imagem para assistir

Desculpas

Siqueira pediu desculpas, afirmando que o trabalhado do guarda foi irrepreensível. Mas, que tipo de desculpas são essas, que são seguidas da alegação ao CNJ de que desembargador "passou a ser perseguido e ilegalmente filmado pela Guarda Civil Municipal de Santos"? Se as desculpas foram uma estratégia para tentar se safar da apuração pelo CNJ, não deu certo.

Conduta

Há quem diga que só se conhece de fato o caráter de um homem quando lhe é dado poder. De acordo com o site G1, Siqueira já foi alvo de 40 apurações disciplinares pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Nada disso fez esse senhor mudar de postura. Quem sabe agora, com a ampla exposição nacional de seu péssimo exemplo, ele possa refletir sobre seus atos. 

Argumentos

A defesa de Siqueira alegou que não houve abuso de autoridade porque o desembargador "não estava no exercício de suas funções de magistrado ou a pretexto de exercê-las. Leia mais aqui e tire suas conclusões

Meme


Covid-19

Segundo levantamento do Ministério da Saúde, o Brasil chegou a 88.539 mortes pela covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus. De acordo com o boletim desta terça (28), foram 921 óbitos nas últimas 24 horas. 

Perda

O jornalismo brasileiro perdeu, nesta terça, um talentoso profissional. Apresentador do programa Troca de Passes, do canal SporTV, Rodrigo Rodrigues, 45 anos, morreu após sofrer uma trombose venal cerebral em decorrência da covid-19. O dianóstico da doença ocorreu há 15 dias, mas no sábado (25) o quadro de saúde do jornalista piorou e ele precisou ser internado no hospital Unimed-Rio. 

Maringá

Uma das grandes cidades paranaenses com indicadores de contágio e de ocupação de leitos de UTI abaixo da média estadual, Maringá superou nesta terça a marca de 50 mortes pela doença. A taxa de ocupação dos leitos específicos para covid-19 está em 72,7%. Veja o boletim completo aqui.   



Toffoli 1

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, defendeu nesta terça a criação de novas regras e instrumentos legais para o combate às fake news. Segundo o ministro, é preciso ampliar as possibilidades, inclusive, de responsabilização das plataformas de redes sociais. Ele abordou o tema num seminário on-line do site Poder 360 e do Observatório de Liberdade de Imprensa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Toffoli 2

O ministro destacou que em todo o mundo há o movimento de exigir maior responsabilização das empresas em torno das fake news, e que as plataformas "sabem que essa responsabilidade está chegando", mas tentam postergar essa regulação por razões econômicas. Toffoli também defendeu o inquérito das fake news, aberto de ofício por ele e relatado pelo ministro Alexandre de Moraes. 

Caiana

De acordo com o site Maringá News, o vereador Chico Caiana (PTB) permanece internado, em coma, na UTI do Hospital Universitário de Maringá. Ele sofreu um AVC hemorrágico e seu quadro é considerado grave. Na segunda (28), o Café desmentiu boato de que o vereador teria morrido. Lamentavelmente, teve até comunicador ajudando a espalhar o boato. Não houve má-fé, mas faltou prudência.

Ulisses x Silvio

O Jornal do Povo publica na íntegra, na edição desta quarta (29), a matéria "Reedição de 2º turno entre Ulisses e Silvio é cenário mais provável, avaliam especialistas". Na reportagem, o Café se pautou em análises do historiador da UEM Reginaldo Dias, do cientista político Tiago Valenciano e dos jornalistas Diniz Neto (JP e rádio Novo Tempo) e Milton Ravagnani (BandNews FM). A audiência aqui no blog foi grande.

Outdoor

Não só de outdoor político pró-Bolsonaro vive Maringá. Recentemente, o movimento "Todos com Ciro", que tem ramificação na cidade, divulgou em outdoor o livro "Projeto Nacional: O Dever Da Esperança", escrito pelo ex-ministro Ciro Gomes (PDT). "Ciro tem um projeto de desenvolvimento do país que todos precisam conhecer", diz a militante Ro Inácio.

Outdoor Ciro Gomes em Maringá. Café com Jornalista
Outdoor promove livro de Ciro Gomes em Maringá

Indenização

A Câmara de Maringá propôs acordo de R$ 12 mil para indenizar servidora com licença-maternidade interrompida, sem base legal, após a perda do seu filho de um mês de vida. O assunto, que já havia sido divulgado no Café, foi abordado no podcast do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar). Ouça aqui

Galeria

Segundo o blog do Rigon, a mudança da galeria de presidentes do Sismmar do hall de entrada para o corredor, com menor visibilidade, gerou críticas. Entre as lideranças homenageadas na galeria está o ex-presidente Dorival Fidélis, que faleceu no sábado (25). No antigo lugar do painel, inaugurado por ocasião dos 30 anos da entidade, em 2018, estão sendo colados cartazes. 



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Maringá supera 50 mortes por covid-19

28/07/2020_

Café com Jornalista – Com mais dois óbitos, Maringá chegou a 51 mortes pela covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus. O boletim desta terça (28) foi divulgado pela Prefeitura por volta das 16 horas.

Novos casos de covid-19 em Maringá. Café com Jornalista
Foram registrados 70 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas em Maringá – Foto: Luiz Fernando Cardoso/Café com Jornalista
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, as duas vítimas fatais são homens, um de 34 e outro de 75. O adulto tinha doença neurológica crônica. O idoso não tinha comorbidade, mas era do grupo de risco por conta da idade.


Foram registrados ainda 70 novos casos de coronavírus, que totaliza 3.314 infectados na cidade. Desse total, 2.569 pessoas já se recuperaram, mas 36 se encontram internados em unidade de terapia intensiva (UTI). A taxa de ocupação dos leitos destinados à covid-19 está em 72,7%. Mais detalhes abaixo.

Boletim da covid-19: Maringá supera as 50 mortes. Café com J
Dados da Secretaria de Saúde de Maringá




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Reedição de 2º turno entre Ulisses e Silvio é cenário mais provável, avaliam especialistas

28/07/2020_

Café com Jornalista – Dentro de quatro meses, os marigaenses irão às urnas para decidir quem será o próximo prefeito de Maringá. Num segundo turno dado como certo – por conta do provável número recorde de prefeituráveis no pleito –, a leitura compilada de quatro especialistas consultados pelo Café aponta que o cenário mais provável é o da reedição do confronto entre Ulisses Maia (hoje PSD, eleito pelo PDT) e Silvio Barros (PP). 

Ulisses Maia x Silvio Barros – Eleições 2020. Café com Jornalista
O prefeito Ulisses Maia e o ex-prefeito por dois mandatos Silvio Barros
Ex-prefeito por dois mandatos (entre 2005 e 2012), Silvio chegou à eleição de 2016 como favorito, e venceu o primeiro turno com 77.196 votos (39,69%), contra 56.156 (28,87%) de Ulisses. A presença de um terceiro candidato forte de voto – Wilson Quinteiro (PSB) somou 42.510 votos (21,86%) – impediu a decisão em primeiro turno (quando o mais bem votado soma mais de 50% dos votos).

O resultado todos sabem: Ulisses virou no segundo turno, vencendo a disputa com 118.635 votos (58,88%), contra 82.868 votos (41,12%) de Silvio. Em 2020, ambos são protagonistas de um processo eleitoral marcado por uma série de novidades, como o adiamento das eleições em razão da pandemia, a incerteza sobre a reação dos eleitores na crise econônica e sanitária e o inédito financiamento público de campanha num pleito municipal.


Há ainda o fim da coligação proporcional (com chapas de vereadores de um mesmo partido), fato que estimulará a candidatura de um número recorde de prefeituráveis. Se confirmada a previsão, esse cenário favoreceria Ulisses. "O fato de haver uma miscelânea de candidatos pulveriza a votação da oposição, favorecendo a ida do prefeito para o segundo turno", comenta Reginaldo Dias, historiador da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Com a ressalva de que a pandemia tornou os prognósticos mais incertos, Dias diz que Ulisses é o favorito no primeiro turno. Em tese, diz o historiador, o prefeito vai ao segundo turno. "Com 25%, assegura o passaporte. E quem está no mandato, normalmente, garante isso", avalia.

"A tendência no Brasil é de que o candidato à reeleição é favorito. Ele tem de fazer um mandato muito desastroso para não ir ao segundo turno ou, então, lidar com uma circunstância de muita instabilidade política, que gera no eleitor a vontade de mudar", comenta Reginaldo Dias.
É na instabilidade política do momento – turbinada pela pandemia – que entra a figura de Silvio. Segundo o historiador, ele tem o chamado recall político, ou seja, é lembrado pelo eleitor como um ex-prefeito bem avaliado ao fim do mandato e, ainda, bem votado em 2016. De momento, não está claro "se" e "quanto" a pandemia desgastou o atual prefeito.


Um ponto histórico desfavorável, segundo Dias, é o fato de que raramente um ex-prefeito retorna ao cargo. "Isso só ocorreu com Said Ferreira, em 1992, porque Ricardo Barros [hoje deputado federal] terminou o mandato desgastado, e o recall político favoreceu Said, que havia terminado o mandato [em 1988] bem avaliado", argumenta.


A leitura de que Ulisses é o favorito para avançar ao segundo turno, tendo Silvio como adversário mais provável, não é unânime. Para o cientista político Tiago Valenciano, Silvio é o favorito a uma das duas vagas. "Só não se sabe contra quem, ainda", comenta. 


Valenciano diz que ainda é prematuro cravar quem irá ao segundo turno. Feita essa ressalva, ele diz ver mais elementos pró-Silvio que pró-Ulisses ao atribuir ao ex-prefeito o favoritismo. Entre os prós estão a expressiva votação no primeiro turno de 2016 e a alta aprovação quando foi prefeito. Em dezembro de 2011, uma pesquisa publicada na Gazeta do Povo apontou que Silvio era o prefeito paranaense com o maior índice de aprovação popular: 71%

Surpresas

Para o jornalista Milton Ravagnani, muitas surpresas podem ocorrer até a realização das convenções, previstas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para entre 31 de agosto e 16 de setembro. Confirmando-se o nome de Silvio como cabeça de chapa (Coronel Audilene seria a outra opção), o ex-prefeito larga como favorito.

"Com o Silvio na campanha é uma coisa, sem ele é outra. Silvio foi reeleito no primeiro turno [em 2008] e terminou o segundo governo com aprovação recorde, elegendo sucessor", explica Milton Ravagnani.
O jornalista da BandNews diz que, normalmente, uma reeleição costuma ter um caráter plebiscitário, com o eleitor escolhendo entre o atual governo e o nome mais bem votado entre os opositores. No entanto, ele avalia que Maringá pode não ter essa "eleição plebicitária", em 2020, por não haver a garantia de que Ulisses consiga avançar ao segundo turno. 


Na opinião de Ravagnani, pré-candidatos que correm por fora têm potencial para surpreender, entre eles Homero Marchese (Pros), Delegado Jacovós (PL) e Rogério Calazans (Avante). Como Maringá é uma cidade com grande número de bolsonaristas, há boas chances de um candidato de extrema-direita avançar ao segundo turno. "Marchese fez 42 mil votos para deputado estadual. É uma votação muito expressiva", diz Ravagnani.

Recentemente, o jornalista Diniz Neto fez um levantamento dos pré-candidatos a prefeito. Além dos nomes já mencionados na reportagem, devem disputar o pleito: Carlos Roberto Pupin (SDD), Carlos Mariucci (PT); José Luiz Bovo (Pode), Akemi Nishimori (PL), Valdir Pignata (Cidadania), Dr. Batista (DEM), Anníbal Bianchini (PTC), Evandro de Freitas (PSDB), Professor Edmilson Aparecido (PSOL) e Eliseu Alves Fortes (Patri). 

Coronel Audilene também figura na lista de Diniz, porém, entre as fontes do Café, nenhuma diz realmente acreditar que a candidata saia como cabeça de chapa no lugar de Silvio Barros. A maior probabilidade é que a policial militar seja confirmada como vice de Silvio na convenção dos progressistas. 


Diniz diz que há, sim, os ditos favoritos, mas prefere não apontar nomes. Segundo ele, a eleição do próximo prefeito de Maringá poderá passar pelo nível de rejeição desses favoritos. Aquele com menor rejeição, caso consiga avançar ao segundo turno, reuniria boas chances de vencer a disputa. 

O colunista do Jornal do Povo e da rádio Novo Tempo acrescenta que o quadro de 2020 – marcado por incertezas – tem todos os ingredientes para repetir as tradicionais surpresas eleitorais. "A tendência muito recorrente nas eleições de Maringá é que os supostos favoritos percam espaço para outros concorrentes, às vezes, a poucos dias da eleição", comenta.

Livro Orfeu & Violeta. Amazon. Luiz Fernando Cardoso. Café com Jornalista

Reeleição menos favorável

Na avaliação de Reginaldo Dias, o prefeito é o mais cotado para estar no segundo turno, mas isso não significa que o pleito será fácil. Para o historiador, o cenário atual é bem menos favorável a Ulisses Maia que aquele da reeleição de Silvio Barros, em 2008. 

"A pandemia cria muita instabilidade, o que recomenda prudência nos prognósticos. É difícil, por exemplo, avaliar qual vai ser o índice de aprovação e satisfação do atual prefeito daqui a três meses. Isso interfere na disposição de mudar e de definir qual é o tipo de mudança", comenta Dias.
Apesar de o prfeito não ter todas as ferramentas para resolver questões da crise sanitária e econômica, esclarece Dias, é dele que o eleitor vai cobrar soluções. Muito de um eventual sucesso de Ulisses nas urnas, portanto, passará pelo resultado prático das medidas adotadas pela administração municipal na pandemia. 


Em 2008, Silvio se tornou o primeiro prefeito reeleito de Maringá em circunstâncias completamente diferentes da atual. Segundo Dias, além de uma gestão bem avaliada, Silvio contou com um cenário de crescimento econômico e de melhoria da qualidade de vida importantes durante o governo do ex-presidente Lula (PT).

"A ampla maioria dos prefeitos que concorreu à reeleição naquele ano conseguiu. O quadro nacional influenciou", explica o historiador. Agora, o eleitorado está inquieto pela perda do emprego e renda e pelas incertezas de como será o "novo normal" após a pandemia. Nas palavras de Dias: "Está todo mundo sentado num vulcão". 

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