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terça-feira, 21 de abril de 2020

Cafeinado: Casos do novo coronavírus no mundo passam de 2,5 milhões

21/04/2020

O número de casos confirmados de contágio pelo novo coronavírus, que causa a doença infecciosa covid-19, passou de 2,5 milhões em todo o mundo, nesta terça (21). O levantamento é da Universidade Johns Hopkins, que contabiliza 176.926 mortes (até o fechamento desta coluna, às 21h) e 679.793 pacientes curados.

Mais de 1,1 milhão de casos foram relatados na Europa, incluindo quase 400 mil casos na Itália e na Espanha, países onde mais de 10% dos casos relatados foram fatais. Novo epicentro da covid-19, a América do Norte é responsável por um terço de todos os casos, mas com taxa de letalidade menor. Nos Estados Unidos e no Canadá, 5% dos casos relatados foram fatais.

Brasil
Por aqui, de acordo com o balanço desta terça (21) do Ministério da Saúde, são 43.079 casos confirmados da doença e 2.741 mortes (166 nas últimas 24 horas). A taxa de letalidade está em 6,4%. A região Sudeste concentra 53,7% dos casos confirmados de covid-19. Abaixo, infográfico mostra o número de casos e de óbitos nos Estados e no Distrito Federal.

Boletim do Ministério da Saúde
Boletim do Ministério da Saúde: Covid-19 por Estados

Maringá

Neste feriado de Tiradentes, a Secretaria Municipal de Saúde reportou 1.612 casos notificados, com cinco óbitos. Dos 54 casos confirmados, 43 são de pacientes recuperados. Com os 5.000 testes adquiridos pela Prefeitura e Acim para a covid-19, o número de casos confirmados da doença em Maringá vai disparar nos próximos dias. Isso não significará um boom da doença, mas, sim, que havia grande subnotificação de casos pela falta de testes.

Entrevista

A fala do presidente da Câmara de Maringá, Mário Hossokawa (PP), em defesa do isolamento vertical (idosos e pessoas com problemas de saúde ficam em casa) dividiu os leitores. Uma parte gostou da defesa de Hossokawa pela abertura do comércio; outra parte criticou o vereador por causa dos riscos da medida, já que Maringá ainda não atingiu o pico da covid-19. "Por que ele não fica em casa então?", escreveu um leitor ao Café, lembrando que Hossokawa tem mais de 60 anos e, portante, é do grupo de risco. Leia a entrevista aqui

Aduem

A Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá (Aduem) realizou uma pesquisa com os docentes para saber se são a favor ou contra a suspensão do calendário acadêmico, neste período de pandemia do coronavírus. O resultado da pesquisa pode influenciar o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UEM (CEP), que deve se reunir esta semana para tratar da continuidade ou não das atividades acadêmicas.

Pesquisa

A Aduem consultou os professores sobre a suspensão/manutenção do calendário acadêmico, bem como a implantação das aulas não presenciais como meio de ferramenta para as atividades de ensino. Grandes universidades já adotaram o ensino a distância, ainda que parcialmente, neste período de pandemia. Vamos ver qual será a decisão do CEP da UEM.

Para refletir


Máscaras I

Em entrevista ao jornalista Milton Ravagnani, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), Michel Felippe, disse que a entidade doou 5.000 máscaras aos usuários do transporte coletivo e entregou outras 50 mil aos associados. Outras 20 mil máscaras já foram encomendadas pela Acim para doações futuras. O uso desse equipamento de proteção individual (EPI) é obrigatório em Maringá, desde segunda (20).

Máscaras II

Com a retomada das atividades econômicas na cidade, o uso correto das máscaras é fundamental para prevenir o contágio pelo coronavírus. Contudo, quem disse que o povo entendeu? Nesta terça (21), numa caminhada pelo bairro, percebi que no Bosque 2 a maioria dos transeuntes não utilizava esse EPI, incluindo idosos. Seria exagero da minha parte dizer que um em cada dez estava de máscara, porque o percentual era certamente menor. Para muitos, infelizmente, a ficha só cai com multa ou quando um parente vai parar na UTI. 

Sotaques

Por que o Brasil tem tantos sotaques, com tantas formas de falar entre os Estados? Veja a resposta no vídeo da Superinteressante.


Imprensa

O comunicador Beija-Flor trocou o Sistema Pinga Fogo de Comunicação, onde estava há 29 anos, pela TV Maringá (Band), onde apresentará um programa diário. A despedida foi amistosa. "O respeito vai continuar, tanto do lado do Beija quanto do nosso lado aqui", disse o apresentador Juliano Pinga, filho do lendário Pinga Fogo (comunicador mais conhecido da história de Maringá). Segundo o Portal do Rigon, o convite a Beija-Flor foi feito pelo diretor da TV Maringá, Vicente Malucelli. 




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Ministro do Supremo autoriza investigação de atos pró-intervenção militar

21/04/2020

Com Agência Brasil – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou, nesta terça-feira (21), a investigação de pessoas envolvidas nas manifestações de domingo (19). O pedido da abertura de inquérito partiu da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Ministro do STF Alexandre de Moraes
Ministro do STF Alexandre de Moraes – Foto: Fabio Pozzebom/Agência Brasil
Nas manifestações, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pediram pela intervenção militar e enalteceram o AI-5, ato institucional da Ditadura Militar que fechou, em 1968, o Congresso e o Supremo, e acabou com a liberdade de imprensa e de expressão. Bolsonaro participou do ato que, segundo ele, tinha como foco a reabertura do comércio em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Veja as 12 matérias do Café com Jornalista mais lidas em março

O procurador-geral da República, Augusto Aras, fez o pedido na segunda (20), informando que pretende apurar possíveis violações à Lei de Segurança Nacional pelos atos. O suposto envolvimento de deputados federais atrai a competência do Supremo para a investigação, justificou o PGR. "Qualquer atentado à democracia afronta a Constituição e a Lei de Segurança Nacional”, escreveu Aras, no pedido.

Ao autorizar a investigação, Moraes manteve a investigação sob sigilo, como havia solicitado Aras. Segundo nota divulgada pelo Supremo, o ministro escreveu que os fatos narrados pelo PGR são "gravíssimos", ao atentarem conta o Estado Democrático de Direito e as instituições republicanas.

Quórum baixo na Câmara de Maringá pode travar pauta de votação

Moraes destacou ainda que a Constituição não permite o financiamento e a propagação de ideias contrárias à ordem constitucional e ao Estado Democrático de Direito, nem a realização de atos visando ao rompimento do regime.



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Semana promete ser decisiva para o calendário esportivo

21/04/2020

Sergio du Bocage, Agência Brasil – Em pleno feriado de 21 de abril, as entidades esportivas de futebol brasileiras se manifestaram no sentido de, o quanto antes, voltarem a funcionar – e a promoverem as competições que organizam. A menos de dez dias do mês de maio, o calendário começa a ficar apertado, apesar de os dirigentes se mostrarem ainda confiantes de que é possível fechar a temporada dentro do prazo previsto. Mas, ao mesmo tempo, vai ficando evidente que os clubes, em especial, vão sofrer um pouco mais.

Competições internacionais devem ter prioridade – Foto: Alexandre Vida - Divulgação/Flamengo
Se pensarmos no futebol carioca como referência, os jogadores estão de férias até 30 de abril. Em tese, voltariam a treinar em maio e, cerca de dez a 15 dias depois, estariam em campo. Mas, pelo visto, com portões fechados, ou seja, sem arrecadação de bilheteria. E como ficam os que projetaram seus orçamentos para 2020 contando com esse faturamento?

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Diretor de competições da Conmebol, Fred Nantes é um dos que confiam no cumprimento do calendário. Mas deixou claro, em entrevista ao jornal "O Globo", que o faturamento da entidade está garantido, e que caberia aos clubes assumir esse prejuízo no momento atual. Assim fica fácil. E não custa lembrar que, ao menos aqui no Brasil, as datas das competições sul-americanas costumam ter prioridade sobre as nacionais. Ou seja – se houver um tempo mais curto para um calendário com Libertadores e Sul-Americana de um lado, e Copa do Brasil e Brasileirão de outro, quem terá de ceder?

Postura que parece ser bem diferente da Uefa. Também nesta terça-feira, em comunicado oficial em seu site, a entidade anunciou que na quinta-feira (23), vai se posicionar sobre o restante da temporada, dando prioridade às competições nacionais que, ao contrário daqui, estão na reta final. E antecipa que vai avaliar casos especiais, como o cancelamento de alguma liga, visando à classificação para as competições europeias de 2020/2021.

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Essa postura de valorizar os campeonatos nacionais pode ter sido adotada, também, por conta de uma teleconferência que teria acontecido dia 16, segundo a revista "Veja". Nela, a Organização Mundial da Saúde (OMS) teria sugerido que as competições internacionais fossem suspensas até o fim de 2021, pois ainda há o risco de infecção da covid-19 no ano que vem.

A Uefa não é obrigada a seguir a orientação da OMS. Nem as ligas nacionais, como a italiana, que inclusive já se posicionou. Numa assembleia com todos os times da primeira divisão decidiu, por unanimidade, finalizar o campeonato, com a realização das 12 rodadas que faltam. É claro que a decisão ainda depende de autorização do governo italiano, mas dirigentes vão se reunir nesta quarta-feira (22) com o ministro dos Esportes, Vincenzo Spadafora, em busca dessa autorização.

De Portugal vêm outras duas notícias interessantes – o preparador físico do Flamengo, Marcio Sampaio, que a exemplo do técnico Jorge Jesus está por lá, revelou que os jogadores rubro-negros têm apresentado sinais de ansiedade e dificuldade para dormir, por conta da ausência de competições fora do período tradicional. Não posso afirmar que tenha sido esse o motivo, mas os jogadores do Sporting, de Lisboa, mesmo sem ideia de quando o Campeonato Português vai voltar a ser disputado, estão treinando no clube, dois de cada vez no campo e chegando ao centro de treinamento já uniformizados para treinar, para nem precisarem ir ao vestiário. Estão todos felizes, mas será que aqui essa alternativa poderá ser implantada?

☕ Conheça sete sites para verificar se a informação é fato ou fake

Por enquanto, a CBF não fala em calendário ou em como vai encerrar suas competições. É certo que, antes mesmo do início do Brasileirão e da reta final da Copa do Brasil, teremos o complemento dos Estaduais. E que são importantes porque a maioria dos clubes brasileiros depende disso para garantir o pagamento das cotas de TV – muitos deles não estão nas competições nacionais.

Na pauta da entidade nacional está, no momento, o auxílio às autoridades de saúde no combate ao coronavírus. A CBF anunciou a intenção de testar jogadores, estafes e familiares que morem na mesma residência de 180 clubes pelo país, nas séries de A a D, no masculino e no feminino. Todos os dados serão enviados ao Ministério da Saúde.

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Mas é bom que haja um posicionamento quanto às competições. O tempo está ficando curto. A saúde de cada um deve ser priorizada. Mas, sem planejamento, a saúde dos clubes, os verdadeiros mantenedores do futebol, pode ficar severamente comprometida.


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Quórum baixo na Câmara de Maringá pode travar pauta de votação durante a pandemia

21/04/2020

A Câmara de Maringá retoma os trabalhos administrativos e legislativos, nesta quarta (22), 21 dias após a assinatura da portaria que suspendeu as atividades da Casa como medida preventiva ao novo coronavírus (covid-19). A primeira sessão ordinária está prevista para quinta (23), mas nada garante que haverá quórum mínimo – de oito dos 15 vereadores – necessário para aprovar os projetos de lei da ordem do dia.

Vereadores de Maringá - Café com Jornalista
Projetos só podem ser votados com presença de oito (ou mais) dos 15 vereadores – Foto: CMM
A preocupação é externada pelo presidente da Câmara, Mário Hossokawa (PP), e compartilhada por outros vereadores. Por conta da pandemia, parlamentares do chamado grupo de risco (mais de 60 anos ou com doenças crônicas, por exemplo) não precisam participar das sessões. E sem o quórum mínimo, a pauta de votação de projetos relevantes – como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e projetos emergenciais, em período de calamidade pública – pode ser travada.

"Talvez não seja possível continuar tocando a sessão", analisa Hossokawa. "Se tiver seis ou sete vereadores [abaixo do quórum], as matérias da pauta podem ser debatidas, mas não podem ser votadas", explica.

Veja as notícias publicadas sobre a Câmara Municipal

Um exemplo do quanto é fácil o quórum ser comprometido ocorreu na última sessão antes da suspensão das atividades, em 31 de março, quando apenas dez dos 15 edis compareceram. Com mais de 60 anos, Onivaldo Barris (PSL) e Belino Bravin (PSD) já não vinham participando das sessões. Naquela ocasião, também faltaram professor Niero (MDB), por problemas de saúde; Dr. Jamal (PSB), com sintomas de gripe; e Flávio Mantovani (Rede), que havia passado pelo Aeroporto de Guarulhos (SP), e preferiu ficar em quarentena.

Mantovani e Jamal não são do grupo de risco e, provavelmente, voltarão às atividades parlamentares. Contudo, outros edis são. Hossokawa tem mais de 60 anos e já passou por cirurgia no coração; Mário Verri (PT) e Alex Chaves (MDB) também têm problemas cardíacos; Carlos Mariucci (PT) é diabético e William Gentil (PSB), hipertenso. Ou seja, pelo menos oito dos 15 vereadores são do grupo de risco da covid-19.

Entrevista – Hossokawa: "Minha opinião é pelo isolamento vertical"

Além disso, tal como já ocorreu com Jamal, sintomas de resfriado ou gripe afastariam da Câmara, até que fosse descartada a contaminação pelo coronavírus, até mesmo vereadores com bom histórico de saúde. "Eu sou o líder [do prefeito na Câmara] e com certeza estarei lá [nas sessões]. Só não irei se tiver algum dos sintomas respiratórios", comenta Chaves.

Licença

Uma alternativa seria os vereadores do grupo de risco pedirem licença do cargo, abrindo espaço para que suplentes, mais jovens e fora do grupo de risco, pudessem tocar os trabalhos no período da pandemia, sem prejuízo à pauta de votação. No entanto, as regras do Regimento Interno da Casa tornam essa opção pouco factível.

Relembre os decretos e liminares que reduziram o isolamento social

Um vereador não pode pedir licença de apenas 15 dias, que é o prazo de isolamento sugerido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para pacientes com suspeita de coronavírus. Pelo Regimento Interno, o pedido de licença precisa ser por um prazo superior a 120 dias – algo muito pouco provável de ocorrer em ano eleitoral.



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