"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade" George Orwell

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Cafeinado: Os 'Tomés' na pandemia do novo coronavírus

13/04/2020

Tomé é um personagem que ficou conhecido, sobretudo, por ter duvidado que o Jesus ressurreto havia aparecido aos demais apóstolos. Ele só acreditou na ressurreição quando viu o Mestre com os próprios olhos e ao tocar nas marcas dos cravos (pregos) em suas mãos. Dois mil e tantos anos depois, é possível fazer uma analogia entre aquela história bíblica e a pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Imagem retratando o encontro de Tomé com Jesus
Mesmo com todas as notícias sobre as milhares de mortes causadas pela covid-19, dia após dia, em todos os continentes, os "Tomés" contemporâneos só têm a capacidade de crer se estiverem, eles mesmos, diante do fato (às vezes, nem assim). Enquanto não se depararem com vítimas em suas próprias famílias, esses incautos replicarão o discurso da "gripezinha" repetido pelo maior irresponsável da República – que todos sabem quem é.

Contudo, a hora de tocar nos cravos chegou. O novo coronavírus deixou de ser uma "histeria", de ser a doença que o "deus Olavo" afirmou no YouTube (até o vídeo ser deletado) não ter matado ninguém, para bater às nossas portas. Agora, com 1.328 mortes e 23.430 casos confirmados da covid-19 no Brasil, segundo balanço desta segunda (13) do Ministério da Saúde, todos nós temos algum conhecido, amigo ou até mesmo familiar entre os infectados. Muitos Tomés – inclusive lunáticos olavistas – viram os "cravos" na morte de entes queridos.

Caso pessoal
Sempre alertei para a necessidade de isolamento social. Não era necessário ver para crer, bastava ouvir o relato dos especialistas (acreditar nos outros apóstolos) sobre a tragédia que assolava, principalmente, italianos e espanhóis. Agora, cabe o lamento por amigos infectados (ou isolados, com suspeita da covid-19), que também alertaram para a gravidade da situação. No meu círculo social, uma dessas pessoas é o ex-secretário municipal Eudes Januário, outra é a jornalista Pauline Frank.

Eudes na UTI
Um guerreiro na luta pela vida, Eudes Januário está internado na UTI do Hospital Municipal de Maringá (HMM), desde o início do mês, sedado e entubado. Chegou a ser submetido ao tratamento com hidroxicloroquina, que não funcionou como o esperado. Teve uma piora no quadro, no sábado (11), mas nesta segunda (13) apresentou animadora melhora. De acordo com familiares, "a infecção apresentou uma pequena redução" e "a febre está diminuindo, o que, segundo o médico, "é um ótimo indicador".

Perda de Pauline
Ex-repórter de O Diário de Maringá e atualmente morando no Rio de Janeiro, Pauline Frank está com suspeita da covid-19. Tudo leva a crer que ela tenha sido infectada, pois na emissora de televisão onde ela trabalha existem seis casos confirmados e dez doentes ao mesmo tempo. Infelizmente, nesta segunda, um de seus colegas perdeu a luta para a covid-19. Pauline fez o relato da morte do amigo e colega de trabalho, o Naná, nas redes sociais. Esperamos que Pauline, que é jovem, recupere-se logo.

Silvio Barros
Além dos casos suspeitos, internados e das mortes, há também as boas notícias, como a do ex-prefeito de Maringá Silvio Barros, que, após ser internado duas vezes, recuperou-se da doença e, tecnicamente, está imune à covid-19. De sua casa, em entrevista à Jovem Pan Maringá, Silvio defendeu medidas de isolamento social e disparou: "Defuntos não precisam de emprego". Que a experiência do ex-prefeito ajude a abrir os olhos de quem ainda acredita na "gripezinha" do presidente Jair Bolsonaro.


Matança
O novo coronavírus segue matando, milhares por dia, principalmente nos países que tardaram a adotar medidas de isolamento, o que serve de alerta para o Brasil. De acordo com o levantamento global da Universidade Johns Hopkins, os países com mais mortes pela covid-19, são: Estados Unidos (23.529), Itália (20.465), Espanha (17.756), França (14.967) e Reino Unido (11.329). Continuar agindo como Tomé diante desses números não é mais apenas ignorância, é burrice.

Brasil
Esta coluna é de desabafo. É difícil não se irritar com pessoas que minimizam a gravidade desta pandemia, entre elas um presidente inconsequente que se empenha em desautorizar as recomendações do Ministério da Saúde. Estamos diante da maior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial – para alguns, a maior desde a pandemia da gripe espanhola, em 1919. A covid-19 já matou 1.328 brasileiros, mas há milhares de casos subnotificados, de exames de pessoas já sepultadas que aguardam pelo resultado. E nem chegamos ao pico de contágio.

Meme


Paraná
O Estado chegou a 33 mortes e 768 casos confirmados da covid-19, segundo boletim divulgado nesta segunda pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). As cidades com mais óbitos são Curitiba (6), Maringá (5), Campo Mourão (4), Londrina (4), Cascavel (2) e Paranaguá (2). Ainda segundo a Sesa, 80 dos 399 municípios paranaenses já teve ao menos um caso do novo coronavírus. Quem defende a abertura gradativa do comércio, neste momento, diz que a situação está sob controle. Há algumas semanas, também estava "sob controle" nos EUA.

Mandetta
Para encerrar, uma análise do historiador Marco Antonio Villa sobre a relação conturbada entre Bolsonaro e seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Parece que, após a entrevista de Mandetta ao Fantástico, no domingo (12), o ministro não se sustentará no cargo. Dias atrás, o presidente ameaçou exonerá-lo, mas recuou.




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Fundo Covid deve receber no mínimo R$ 78 mil dos 4,3% de reajuste do prefeito, vice e vereadores

13/04/2020

Criado após a polêmica causada pelo reajuste de 4,3% dos subsídios do prefeito, vice-prefeito, vereadores e cargos comissionados (CCs), o fundo municipal destinado à saúde e à assistência social durante a pandemia no novo coronavírus deve arrecadar, no mínimo, R$ 77.998,50 até o fim de 2020. O projeto de lei do Fundo Covid foi aprovado pela Câmara de Maringá, em 31 de março, e encaminhado para sanção do prefeito Ulisses Maia (PSD).

O valor corresponde à soma da reposição da inflação dos cargos eletivos entre março (data-base do funcionalismo público municipal) e dezembro. Ou seja, para que o Fundo Covid arrecade esses R$ 78 mil até o fim do ano, basta que todos os 15 vereadores, o vice-prefeito e o prefeito repassem para o combate à covid-19, todo mês, o adicional referente aos 4,3%.

Valores pagos a partir da folha de março de 2020, na data-base do funcionalismo público municipal 
Com a reposição da inflação, o subsídio o prefeito teve um adicional de R$ 1.086,38 por mês, o equivalente a R$ 10.863,80 em dez meses (entre março e dezembro). No caso do vice, o adicional foi de R$ 575,78/mês (R$ 5.757,80 na soma até o fim do ano). O presidente da Câmara passou a ganhar R$ 593,97 a mais por mês (R$ 5.939,70 na soma).

Os demais vereadores tiveram um adicional de R$ 395,98/mês (R$ 3.959,80 na soma, cada). Como são 14 vereadores (exceto o presidente, citado acima) o acumulado dos 4,3% dará a quantia de R$ 55.437,20 em 2020. Juntos, esses montantes dão o valor de R$ 78 mil.

Assembleia dos servidores aceita 4,3% de reajuste salarial

Apesar de a aprovação na Câmara ter seguido a legislação – que determina a reposição inflacionária a todos os funcionários públicos, o que engloba os eletivos e os comissionados, além dos servidores de carreira –, a notícia da aprovação dos 4,3% causou indignação na população. As críticas mencionaram a dificuldade enfrentada por empresários e trabalhadores da iniciativa privada durante a pandemia, em contraponto à reposição dos funcionários públicos, que têm estabilidade no emprego.

"A população tem entendido que essa reposição foi votada no momento errado. Estão cobrando, achando que agimos errado, mas, por lei somos obrigados a votar o reajuste dos servidores", comentou Odair Fogueteiro (PDT), na sessão em que os vereadores cogitaram revogar o reajuste, mas acabaram recuando da ideia por orientação do jurídico da Casa. 

Em 16 anos, servidores municipais tiveram ganho real três vezes

Presidente da Câmara, Mário Hossokawa (PP) discordou de Fogueteiro, alegando que a revogação acarretaria em problemas jurídicos tanto para os vereadores quanto para a gestão Ulisses, que poderiam ter suas contas rejeitadas. "Aprovamos no momento certo [da data-base], tinha de fazer. O coronavírus é que veio no momento errado", argumentou, naquela mesma sessão, em 31 de março.

A solução encontrada pelos edis para acalmar os ânimos dos eleitores, sem gerar um passivo judicial, foi a criação do Fundo Covid. "Esse fundo é indispensável. Estamos criando uma alternativa legal para essa reposição", disse Carlos Mariucci (PT), sobre o repasse dos 4,3% para o Fundo Covid. A doação será voluntária, mas poderá ser acompanhada pelos munícipes por algum mecanismo de transparência (a ser informado).


Expectativa

Considerando que a doação ficará registrada e disponível ao público, e levando em conta o discurso dos políticos eleitos, há a real expectativa de que a arrecadação esperada se concretize. Na sessão de 31 de março – a última antes da suspensão temporária das atividades do Legislativo, também em quarentena –, nenhum vereador se manifestou contra o Fundo Covid. Dias antes, em entrevista coletiva, Ulisses disse que ele, os vereadores e até mesmo os secretários também poderiam abrir mão do reajuste de 4,3%.

Nove vereadores trocam de partido na janela eleitoral; Ulisses se filia ao PSD

Com o mesmo subsídio do vice-prefeito, mas com direito ao 13º salário, cada secretário que decidir repassar os 4,3% do reajuste para o Fundo Covid terá contribuído no combate à doença, na soma até o fim do ano, com R$ 6.333,58. A adesão de todos os secretários e demais cargos do primeiro escalão, como o diretor do Procon e o superintendente do Aeroporto Silvio Name Júnior, por exemplo, poderia elevar a arrecadação do Fundo Covid dos R$ 78 mil para mais de R$ 200 mil – isso, apenas em 2020.

O Café com Jornalista questionou o líder do prefeito na Câmara, Alex Chaves (MDB), e também o chefe de Gabinete do prefeito, Domingos Trevisan, sobre o projeto de lei em questão. Até o fechamento desta matéria, nenhum dos dois respondeu se a lei já foi sancionada pelo prefeito e publicada no Órgão Oficial do Município (OSM).



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Recuperado da covid-19, Silvio Barros defende medidas de isolamento social no combate à doença

13/04/2020

Há 21 dias em isolamento por causa do novo coronavírus, período em que precisou ser internado duas vezes, o ex-prefeito de Maringá Silvio Barros (PP) defendeu, nesta segunda (13), o isolamento social como forma de garantir atendimento médico a todos que precisam. O achatamento da curva de infecção tem sido possível graças a medidas de quarentena, como revelou estudo de pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Silvio Barros: "Defuntos não precisam de emprego" – Foto: Reprodução/Jovem Pan Maringá
As impressões de Silvio Barros, 63 anos, sobre a quarentena e sua experiência como infectado (e agora imune) pela covid-19 foram feitas ao programa Pan News, da rádio Jovem Pan Maringá. A entrevista foi ao ar no início da manhã desta segunda – data de reabertura da indústria e do setor da construção civil, em Maringá.

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O quanto o coronavírus pode ser agressivo é evidenciado, especialmente, em casos como o do ex-prefeito. O fato de ser um homem saudável – vegetariano há 40 anos, nunca fumou, não bebe e não tem qualquer doença crônica (como hipertensão ou diabetes) – não livrou Silvio dos sintomas da covid-19 e de sequelas temporárias. Na entrevista, via chat de vídeo, ele informou que tem feito fisioterapia para se recuperar de lesões pulmonares causadas pela doença.

Segundo ele, diante dos problemas econômicos causados pela pandemia, a tomada de decisões não é algo simples. "O lado econômico é extremamente grave, talvez não mate, não agora, mas vai causar profundos impactos", disse. "Vamos perder muitos empregos, mas não é só em Maringá, o mundo inteiro vai passar por isso".

  
Ao defender medidas que permitam o achatamento da curva de contágio, Silvio citou o exemplo de Estados como Amazonas, que está à beira do colapso. Há sete dias, a capital Manaus atingiu a capacidade máxima dos leitos na rede pública, já não tendo mais como receber novos pacientes da covid-19, segundo o prefeito Arthur Virgílio Neto (PSDB). O Estado tem 1.050 casos confirmados e 53 mortes, a maioria na capital.

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"Há pessoas que já não tem como ser atendidas. Quando entram dois pacientes [em estado grave], alguém decide quem vai para o respirador e quem vai para o necrotério", disse Silvio, que morou por 15 anos em Manaus. "Isso é uma decisão que cabe a Deus, mas alguém terá de tomá-la, porque nem todo mundo poderá ser atendimento", complementou.

Tratado com hidroxicloroquina e com tamiflu – usado em casos graves da gripe A (H1N1), aquela da pandemia de 2009 –, Silvio alerta para que as pessoas não comprem esses medicamentos para estocar em casa. "Os efeitos colaterais são violentíssimos. Ninguém deve tomar sem acompanhamento médico", alertou.

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Sobre a realidade local, na comparação com outras cidades que conhece, Silvio disse que "Maringá está muito mais preparada do que outros lugares do Brasil [contra a covid-19]". Veja a entrevista completa abaixo. A parte do ex-prefeito inicia no minuto 21 do vídeo.





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Com calendário do TSE mantido, eleitor tem menos de um mês para regularizar o título

13/04/2020

Com informações da Agência Brasil – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mantém sem alterações, até o momento, o calendário das Eleições Municipais de 2020 – quando serão eleitos prefeitos e vereadores dos 5.568 municípios do país. Isso inclui a data de 6 de maio, prazo final para a regularização do título de eleitor.

O prazo vale também para o alistamento eleitoral de jovens de 16 e 17 anos – Foto: Agência Brasil
Após o prazo, quem estiver com pendências no documento não poderá votar. Além disso, o eleitor pode ter o título cancelado, ficando impedido de tirar passaporte, tomar posse em cargos públicos, fazer matrícula em universidades públicas, entre outras restrições.

Covid-19 já matou mais que H1N1, sarampo e dengue juntos

O prazo também vale para o alistamento de jovens de 16 e 17 anos, aos quais a participação é facultativa. Vencido o prazo de 6 de maio, somente a impressão de segunda via do título será autorizada. A medida é necessária para que a Justiça Eleitoral possa saber a quantidade de eleitores que estão em dia com o documento e poderão votar.

Como regularizar 
Durante a quarentena, o portal do TSE oferece uma série de serviços que podem ser acessados de casa, sem a necessidade de se deslocar até o Cartório Eleitoral. Consultas sobre situação eleitoral, endereço do local de votação e dados do título eleitoral, bem como emissão de certidão de quitação eleitoral, são alguns dos serviços que estão disponíveis na internet.

Papa apela pela anulação da dívida dos países em mensagem de Páscoa

A seção "Serviços ao Eleitor", do site do TSE , reúne os temas mais requisitados pelos cidadãos. Nesse espaço, é possível, por exemplo, resgatar os dados do título eleitoral, como o número da zona e da seção eleitorais em que o eleitor vota, caso não tenha o documento em mãos. Para obter esses dados, basta informar o nome e o número do título ou do CPF, além do nome da mãe e a data de nascimento.

O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. O segundo turno, nas cidades com mais de 200 mil eleitores, será no dia 25 do mesmo mês. Cerca de 146 milhões de eleitores estarão aptos a votar.

Preparativos
Na semana passada, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, instituiu um Grupo de Trabalho (GT) para projetar os impactos da pandemia nas atividades da Justiça Eleitoral vinculadas, especialmente, às Eleições Municipais de 2020. Os principais objetivos do grupo, criado por meio da Portaria TSE nº 242, são compilar dados e avaliar as condições materiais para a realização do pleito em outubro.

Jornalistas dão dicas de livros para o período de isolamento social

A Portaria prevê que, para a consecução dos seus objetivos, o GT poderá solicitar informações aos Tribunais Regionais Eleitorais. A Presidência do TSE receberá relatórios semanais sobre o andamento dos trabalhos.



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