quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Ana Lucia na Jovem Pan: Eleição de duas mulheres para a Câmara é um avanço, mas não é o suficiente

18/11/2020_

Café com Jornalista – Mais votada em Maringá entre todos os candidatos a vereador sem mandato, Professora Ana Lucia (PDT) avaliou a eleição de mulheres para duas das 15 cadeiras da Câmara Municipal como um avanço, porém, disse que a proporção entre homens e mulheres na Casa ainda está longe do ideal. O comentário foi feito no programa Pan News, na manhã desta quarta (18).

Assista à entrevista completa com a vereadora eleita por Maringá Ana Lúcia Rodrigues
"Convém que as mulheres estivessem representadas na Casa com 50% [das cadeiras]", comentou Ana Lúcia, lembrando que elas constituem 52,4% da população maringaense. "Duas de 15 cadeiras é pouco", acrescentou a professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM).


Para Ana Lucia, sua eleição atende em parte as expectativas do Movimento Mais Mulheres no Poder, do qual ela é uma das lideranças na cidade. Segundo a professora, antes do movimento ganhar força "muita gente não sabia que Maringá não tinha uma vereadora eleita".

Em outras oportunidades, Ana Lucia já havia comentado que o movimento continuará existindo, após as eleições, inclusive para cobrar do prefeito reeleito Ulisses Maia (PSD) dois compromissos assumidos com a causa: 1) Nomear 50% de mulheres para o primeiro e segundo escalão da Prefeitura; 2) Prever no orçamento 4% da receita para políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.

Em nota em sua página nas redes sociais, o movimento comemorou a eleição de mulheres para a Câmara de Maringá e parabenizou as eleitas Professora Ana Lucia e Cris Lauer (PSC) – esta última não integra o movimento. "Além das duas eleitas, tivemos outras candidatas com votações expressivas, demonstrando o anseio maringaense por ter mulheres na política", diz a nota. 


Na atual Legislatura, a Câmara de Maringá foi formada apenas por homens. A exceção foram as poucas semanas em que Professora Vilma (PT) substituiu Mário Verri, em 2018, na licença do petista para concorrer a deputado estadual. Neste pleito, Vilma ficou como primeira suplente do Partido dos Trabalhadores. A única cadeira do PT ficou com Verri.


Cobertura da apuração



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