domingo, 19 de julho de 2020

Maringá terá sete ecopontos até o fim do ano, incluindo Iguatemi e Floriano

19/07/2020_

Com PMM – Maringá ganhou, recentemente, seu primeiro espaço fixo para descarte de materiais inservíveis, entre eles os indesejáveis sofás velhos. O Ecoponto do Jardim Piatã foi o primeiro de sete pontos ecológicos previstos pela Prefeitura de Maringá para serem inaugurados até o fim de 2020. A iniciativa deve reduzir o descarte ilegal nos fundos de vale.

Ecoponto do Jardim Piatã, em Maringá. Café com Jornalista
Ecoponto do Jardim Piatã – Foto: Mileny Melo/PMM
Dos próximos seis ecopontos, quatro serão instalados em bairros: Jardim Quebec, Conjunto Ney Braga, São Silvestre e Itaipu. Outros dois vão atender os distritos de Floriano e Iguatemi.

"É importante ter um espaço para a destinação correta de recicláveis ou, até mesmo, móveis, porque antigamente esse local era usado para descarte de forma inapropriada. Os moradores têm o dever de manter a cidade limpa, evitando até a proliferação do mosquito da dengue”, disse o morador Lucas dos Anjos, ao descartar garrafas de vidro no Ecoponto do Jardim Piatã. 

Em apenas uma semana de funcionamento do primeiro ecoponto, a Secretaria de Serviços Públicos (Semusp) recolheu 650 kg de materiais volumosos e 680 kg de pequenos resíduos de construção civil. O descarte foi realizdo por 45 pessoas, cos quais cerca de 70% eram moradores do bairro e entorno.

Segundo a Semusp, outras cem pessoas solicitaram informação no local sobre o descarte. Os resíduos são coletados e encaminhados para a destinação adequada. Uma van da educação ambiental fica no local para orientar e cadastrar os munícipes.

"Trata-se de mais um avanço importante no reforço da qualidade de vida e no enfrentamento de um problema desafiador nesse século para o gestor público e o cidadão: o lixo, tanto o convencional quanto o reciclável", diz o prefeito Ulisses Maia (PSD). 
O secretário de Meio Ambiente e Bem-estar Animal, Marco Antônio de Azevedo, explica que cada material tem um limite semanal e mensal por pessoa. Monitoramento por câmeras ajuda a evitar descartes irregulares no espaço. "Mas é preciso da conscientização de todos para respeita as regras", diz Azevedo.


Desafio

Promessa de campanha de Ulisses, os ecopontos surgem para enfrentar o descarte irregular do lixo que, entre outros problemas, favorece a proliferação do mosquito da dengue. Diariamente, a Prefeitura diz recolher uma média de cinco toneladas de inservíveis abandonados em ruas, avenidas, terrenos, praças e fundos de vale.

A multa por descarte irregular de lixo e outros materiais inservíveis pode variar de R$ 2.000 a R$ 500 mil. Se o material for danoso ao meio ambiente, a autuação sobe para entre R$ 5.000 até R$ 50 milhões, dependendo do tamanho do dano, de acordo com o decreto 337/2018.




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