quarta-feira, 15 de julho de 2020

Mais Mulheres no Poder debate em live a representatividade da mulher na política

15/07/2020_

Com assessoria – O movimento Mais Mulheres no Poder realiza, nesta quinta (16), às 19 horas, live sobre "A Importância da Representatividade da Mulher na Política". A mediação será da advogada Alana Marquezini, integrante das comissões da Mulher Advogada e de Enfrentamento à Violência de Gênero da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção Maringá.

Live. Café com Jornalista

Vão debater o tema Akemi Nishimori, Tania Tait e Coronel Audilene. Esta é bacharel em Segurança Pública e em Direito, e especializada em Gestão de Pessoas. Foi a primeira mulher a assumir o comando geral da Polícia Militar do Paraná. É pré-candidata a prefeita de Maringá (ou a vice de Silvio Barros) pelo PP.


Tania é professora doutora aposentada da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e coordenadora licenciada da ONG Maria do Ingá – Direitos da Mulher. Autora do livro "As Mulheres na Luta Política", é pré-candidata a vice-prefeita pelo PT.

A terceira debatedora da lista, Akemi é graduada em Matemática, tendo exercido cargo de chefia na Secretaria da Família e Desenvolvimento Social do Paraná (Seds). Recentemente, atuava como superintendente da Cohapar. É pré-candidata a prefeita pelo PL.


A live poderá ser acompanhada na página do movimento das redes sociais, no endereço. Na página, há várias manifestações em favor do movimento, que já conta com o apoio de entidades, como o Fórum Maringaense de Mulheres.  

Propósito

Lançado oficialmente em 24 de junho, o movimento Mais Mulheres no Poder é um esforço suprapartidário sem precedentes nas eleições municipais em Maringá. O objetivo central é aumentar a representatividade feminina no poder, em especial na Câmara e nos primeiros escalões da Prefeitura. 

O movimento já conta com a adesão de cerca de 50 pré-candidatas de mais de 15 partidos políticos. Os esforços são para que o resultado das Eleições de 2016 em Maringá nunca mais se repita. Naquela ocasião, o pleito conduziu apenas homens às 15 cadeiras do Legislativo municipal.



Lideranças do movimento sabem que as mulheres inscritas no pleito sofrerão os mais diversos tipos de assédio. Essa é uma situação que se repete eleição após eleição. Por isso, o movimento também se propõe a criar uma rede de apoio – com suporte jurídico – para ajudar as candidatas a enfrentar episódios de assédio e a combater fake news

Excepcionalmente este ano, por causa da pandemia do novo coronavírus, as eleições foram adiadas para os dias 15 e 29 de novembro – ao invés do primeiro e último domingo de outubro.

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